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Coletivo Abayomi (Florianópolis)

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Coletivo Abayomi apresenta Guiné Faro

O Coletivo Abayomi desde 2009 fundamenta seu trabalho na criação e desenvolvimento de vocabulário, padrões de movimentos e ritmos tradicionais de matrizes africanas no contexto da dança e música Mandén (tronco linguístico do oeste africano). Realiza diversas ações e eventos com o objetivo de ampliar, disseminar e fomentar as artes e cultura africana, e enquanto desenvolvimento humano, artístico e coletivo.

Guiné Fare que se traduz em danças da Guiné, traz um repertório de ritmos e coreografias que tem como referência os balés nacionais de Conacri, capital da Guiné (África Oeste). Tradicionalmente são danças para ritos de passagem, celebrações e para fortalecimento de um povo ou comunidade. Inspirados nos balés africanos e suas reinvenções, o coletivo Abayomi, que tem na direção artística Simone Fortes, constrói e recria de forma colaborativa novos repertórios a partir desta linguagem. Entre elas serão apresentadas as composições:
Dunumba: de etnia malinkê, é uma família de ritmos que tradicionalmente é conhecida como  dança dos homens fortes (hoje dançam muitas mulheres também). Na capital as rodas de improvisação de rua também são chamadas de “dunumba”.
Ian Cadi/Makuru: de etnia sossou, uma dança de flerte, em noite de lua cheia, dança-se com  um lenço e este é entregue a pessoa amada.
Yoki: etnia soussou, popularmente conhecido com o nome de Guiné Fare (dança de Guiné e parte de uma família de ritmos), dançado nas  celebração entre mulheres.
Bawo: de região de forestie (povo da floresta), etnia guersê, alta Guiné. Uma dança frenética, dança-se para desenvolver coragem e atrair boas energias. Ritmo para celebrar a vida.
Tempo: 20 min
Única apresentação:
15 de junho (sábado) a partir das 20h no Celebra – Cias em Destaque (Teatro Pedro Ivo Campos)